31 downloads
Quando a Cambagem é Corrigida no Martelo: Um Erro que Coloca a Segurança em Risco
Ler MateriaBorgWarner fecha contrato com montadora europeia para nova geração do eTurbo™
Ler matériaComo o aumento do etanol interfere na combustão e no diagnóstico; veja o que diz especialista
Ler matériaAuthomix levará Box Técnico ao Oficina Brasil Conecta 2026
Ler matériaAstemo estará no Conecta 2026 com palestra sobre análise de sinais elétricos no sistema de ignição
Ler matériaBosch terá Box Técnico no Conecta 2026 com demonstrações práticas para reparadores
Ler matériaInscreva-se em eventos gratuitos online ou presenciais para você se atualizar, trocar experiência e crescer junto com a comunidade.


Ruídos no Sistema de Freio: causas, diagnóstico e prevenção




Gerenciamento Térmico do Motor: O Segredo para Juntas que Duram Mais

A próxima geração de fluidos para a era dos veículos elétricos

Veja as últimas discussões da comunidade e tire suas dúvidas com colegas de oficina.
Estou precisando do arquivo pro módulo do Honda fit 2009 Modelo do módulo 37820 rco m61
O braço oscilante, ou bandeja de suspensão, é fundamental para uma condução suave e equilibrada. Ele permite que os pneus subam e desçam de maneira coordenada e estável. Sem essa peça, o motorista sentiria todos os impactos das lombadas e buracos na pista. Portanto, a bandeja de suspensão é essencial para o conforto e a segurança dos ocupantes do veículo.Barulhos na SuspensãoBarulhos na suspensão podem ser um sinal de problemas no braço oscilante, especialmente nas articulações dianteiras, causados pelo desgaste das buchas de borracha. Nesses casos, a solução ideal é substituir o componente, evitando maiores danos e custos futuros.Problemas no Pivô da BandejaProblemas no pivô da bandeja também afetam a condução, causando:- Ruídos;- Trepidação;- Desgaste irregular dos pneus.Esses problemas aumentam o risco de acidentes. Em alguns carros, como Peugeot e Citroën, o pivô faz parte integral da bandeja, exigindo a substituição completa do braço oscilante quando danificado.Buchas de Borracha no Braço OscilanteAs buchas de borracha no braço oscilante absorvem impactos e reduzem barulhos, mas se desgastam com o tempo, causando:- Ruídos;- Folga na direção.Manutenções inadequadas também podem comprometer a peça. Verifique sempre se os componentes estão corretamente instalados e em bom estado para evitar problemas recorrentes.Sinais de Defeito no Braço OscilanteOutros sinais de defeito no braço oscilante incluem:- Desgaste irregular dos pneus;- Vibração no volante;- Sons de impacto ao passar por lombadas.Conduzir sobre buracos pode dobrar ou quebrar o braço oscilante, acentuando o desgaste das buchas.Manutenção do Braço OscilantePara manter o braço oscilante em boas condições, é importante:- Inspecionar regularmente em busca de folgas, rasgos, cortes e deslocamentos nas buchas;- Limpar a peça com uma escova de aço adequada;- Verificar fissuras, trincas ou empenamentos, substituindo a peça se necessário.O braço oscilante é crucial para a segurança e a dirigibilidade do veículo, merecendo atenção especial do mecânico durante as manutenções. Tem alguma dúvida do conteúdo? Manda pra gente nos comentários!
Volvo XC40 T5: falha intermitente no Auto Hold desafia o diagnóstico Defeito desapareceu após o reset e não retornou durante o primeiro teste de rodagem, mas voltou a se manifestar no dia seguinte. A solução definitiva veio com a substituição do botão de comando (foto 2). Falhas elétricas intermitentes estão entre as ocorrências mais desafiadoras do diagnóstico automotivo. Em muitos casos, o componente volta a funcionar durante os testes, os códigos de falha deixam de aparecer e o veículo apresenta comportamento normal por determinado período. Isso pode criar a impressão de que o defeito foi eliminado, quando, na realidade, sua causa permanece presente. Este caso ocorreu em um Volvo XC40 T5 R-Design Plug-in Hybrid, ano/modelo 2021/2021, com 59.626 km. A reclamação apresentada pelo cliente era de que o botão relacionado à função Auto Hold não estava funcionando corretamente. Identificação do veículo (foto 6) * Veículo: Volvo XC40 T5 R-Design Plug-in Hybrid * Ano/modelo: 2021/2021 * Quilometragem: 59.626 km * Equipamento utilizado no diagnóstico: Bosch KTS 590 Por se tratar de um veículo híbrido plug-in, a análise inicial também considerou as condições do sistema elétrico de baixa tensão. Instabilidades na alimentação de 12 V podem provocar registros de falhas elétricas e comportamentos anormais em diferentes unidades eletrônicas. Diagnóstico eletrônico inicial Durante a varredura das unidades de comando, o Bosch KTS 590 registrou os seguintes códigos: * U206020A — Botão Auto Hold: falha elétrica; * C007768 — Pressão dos pneus muito baixa. O DTC relacionado à pressão dos pneus foi interpretado como uma ocorrência independente, sem relação causal direta com a falha elétrica do botão Auto Hold. O código U206020A, por outro lado, apresentava relação direta com a reclamação do cliente e direcionou o diagnóstico para o circuito de comando da função (foto 5). Verificação do sistema de 12 V As leituras encontradas pelo equipamento de diagnóstico foram (foto 4): * tensão da bateria principal: 13,93 V; * tensão da bateria auxiliar: 13,30 V; * estado de carga indicado pelo sistema: 94%; * temperaturas monitoradas: aproximadamente 26 °C. A bateria AGM instalada no veículo também foi avaliada (foto 3), apresentando: * capacidade nominal: 80 Ah; * corrente de partida nominal: 800 A EN; * tensão medida: 13,03 V; * estado de carga — SOC: 100%; * estado de saúde — SOH: 79%; * corrente de partida medida: 713 A; * resistência interna: 3,40 mΩ; * resultado do teste: bateria aprovada (foto 1). Os valores não indicavam deficiência de alimentação ou anormalidade no funcionamento do sistema de carregamento por meio do conversor DC-DC naquele momento. Primeira etapa de validação Após o diagnóstico preliminar, foram apagados os registros de falha e executados os resets disponíveis pelo equipamento. Depois desse procedimento, o botão voltou a funcionar normalmente. O veículo foi submetido a um teste de rodagem de aproximadamente 15 km, durante o qual: * o botão permaneceu funcionando; * o DTC relacionado ao Auto Hold não retornou; * não houve nova indicação de anomalia; * a função apresentou comportamento normal. Nessa primeira intervenção não houve desmontagem do console ou do botão, inspeção interna do componente nem teste de continuidade do circuito. Como a falha não estava presente e não voltou a se manifestar durante o período de observação, o veículo foi entregue ao cliente com o resultado daquela etapa de diagnóstico. O retorno do defeito No dia seguinte à entrega, o cliente informou que o defeito havia retornado. Esse retorno foi decisivo para a continuidade do diagnóstico. Ele demonstrou que os resets e o apagamento do código apenas restabeleceram temporariamente o funcionamento da função, mas não eliminaram a origem da falha. Esse comportamento é característico de determinados defeitos intermitentes. O componente pode voltar a operar depois de uma reinicialização, variação de temperatura, movimentação do veículo ou alteração momentânea da resistência de seus contatos internos. Decisão pela substituição do botão Considerando: * a reclamação original do cliente; * o DTC U206020A diretamente relacionado ao botão Auto Hold; * as condições satisfatórias do sistema de alimentação de 12 V; * o retorno da falha após a primeira entrega; * o restabelecimento apenas temporário obtido com os resets; ...foi decidido adquirir e instalar um botão novo. Após a substituição, a função voltou a operar normalmente e o defeito não voltou a se manifestar. A resposta obtida com a troca do componente confirmou o botão como causa funcional da ocorrência. Entretanto, como o componente removido não foi desmontado nem submetido a medições elétricas específicas, não é possível afirmar qual era seu mecanismo interno de falha. Entre as possibilidades estariam mau contato interno, alteração de resistência, desgaste dos contatos ou falha no circuito eletrônico incorporado ao comando. Essas hipóteses, contudo, não foram verificadas e não devem ser apresentadas como fatos confirmados. O que este caso ensina? O caso demonstra que apagar um DTC, executar resets e observar o retorno momentâneo da função não significa necessariamente que o defeito tenha sido eliminado. O primeiro teste de rodagem, com aproximadamente 15 km, foi importante para a validação daquela etapa, mas não conseguiu reproduzir a intermitência. Somente a utilização posterior do veículo pelo cliente fez a falha reaparecer. Também é importante diferenciar três situações: 1. Função restabelecida: o sistema voltou a funcionar depois do reset. 2. Falha não reproduzida: o defeito não se manifestou durante o período de teste. 3. Defeito solucionado: a causa foi corrigida e a função permaneceu normal após o reparo. Na primeira intervenção, o caso encontrava-se na condição de falha não reproduzida. Depois do retorno do veículo e da substituição do botão, passou a existir uma relação direta entre o componente substituído e a eliminação da ocorrência. Rotina técnica recomendada Para ocorrências semelhantes, uma rotina de diagnóstico mais completa deve contemplar: 1. Registrar a reclamação do cliente e as condições em que a falha acontece. 2. Fazer a varredura completa das unidades antes de apagar qualquer código. 3. Registrar DTC, status, quilometragem, tensão de alimentação e demais dados ambientais disponíveis. 4. Avaliar a bateria de 12 V, o sistema de carregamento e os aterramentos de baixa tensão. 5. Consultar o diagrama elétrico correspondente ao VIN do veículo. 6. Acompanhar, nos parâmetros em tempo real, a mudança de estado do botão ao ser acionado. 7. Inspecionar o botão, o conector e o trecho acessível do chicote. 8. Verificar alimentação, aterramento e sinais conforme a documentação técnica do fabricante. 9. Realizar teste de continuidade e queda de tensão quando aplicável, movimentando cuidadosamente o chicote para procurar intermitências. 10. Executar testes funcionais e resets somente depois de registrar os dados iniciais. 11. Realizar teste de rodagem e vários ciclos de acionamento. 12. Quando o defeito não puder ser reproduzido, informar no relatório que a falha permanece intermitente e que o diagnóstico ainda não é conclusivo. 13. Após o reparo, repetir a varredura, verificar os parâmetros e confirmar o funcionamento em diferentes ciclos de utilização. Em veículos híbridos, qualquer trabalho próximo ao sistema de alta tensão deve seguir os procedimentos de segurança e desenergização definidos pelo fabricante, executados somente por profissionais capacitados. O circuito de alta tensão não deve ser confundido com as verificações convencionais do sistema de 12 V. Conclusão O diagnóstico de uma falha intermitente exige cautela, registro e acompanhamento. Neste Volvo XC40, o sistema de alimentação de baixa tensão apresentava condições satisfatórias, enquanto o DTC apontava uma falha elétrica diretamente relacionada ao botão Auto Hold. Os resets restabeleceram a função apenas temporariamente. O defeito retornou no dia seguinte, levando à substituição do botão. Após a instalação do novo componente, a falha não voltou a ocorrer e o funcionamento permaneceu normal. Mais do que simplesmente apagar códigos, diagnosticar significa estabelecer uma relação técnica entre a reclamação, os registros eletrônicos, os testes realizados, o reparo aplicado e a validação final. Red’s Garage Ricardo Alexandre Malaquias (“Red”) Especialista em Engenharia Automotiva | Diagnóstico Eletrônico Automotivo Avançado CREA | SAE Brasil | ASE | ANAC

Estou com uma Palio Weekend Adventure 2003 e recentemente ela não está querendo acelerar de forma alguma. Alguma ideia do que pode ser?
Bom dia, pessoal! O corpo de borboleta do Corolla, não retorna automaticamente ao fim de curso, para o RPM, ficar entre 700 a 850, e as vezes tem um delay de retorno, já quando está quente. Ao ligar pela manhã, o carro vai a 2000 RPM, e demora uns 40 segundos ou mais para descer e quando descer, não cai para menos de 1000RPM. Será que uma limpeza profunda pode melhorar ou isso é uma fadiga da mola ou o desgaste / sujeira no eixo do corpo de borboleta?
Estou com um cargo 2429 com alta pressão no Rail já foi testado mpro sensor do Rail válvula de emergência do Rail e testado o módulo bomba e bicos novos sensor map testado e está bom também chicote revisado e ainda pressão continua alta
O problema ocorre tanto com o veículo parado quanto em movimento, e ele para após travar a chave.
Estou com um Fiat Pulse na oficina com 82.000 km, apresentando dificuldade na partida após o motor estar quente. Vi pela câmera boroscópica que os injetores estão gotejando, mas o que chama mais atenção são as válvulas bastante enferrujadas. Será que o combustível é de má qualidade ou se os tratamentos dos materiais dos motores já não suportam os combustíveis atuais?


Tenha acesso a milhares de manuais tecnicos em nossa plataforma, com informacoes confiaveis e validadas para apoiar o seu dia a dia na oficina.
Acessar Manuais Tecnicos31 downloads
11 downloads
10 downloads
14 downloads