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Citroen Jumpy 1.6 HDI com código B1278 indicando defeito na sonda de combustível. O painel para de indicar a quantidade de combustível, o ponteiro marca tanque vazio e a luz de advertência pisca. Esse DTC foi encontrado no módulo BSI e também é registrado no módulo motor, onde a luz de anomalia permanece acesa mesmo após apagar o código de defeito.
Quem lida diariamente com reparação automotiva sabe que o sistema de freio merece atenção redobrada na hora de um serviço. Embora esse seja um sistema relativamente simples, não se pode esquecer que seus componentes atuam de forma bastante coordenada. Por isso, precisam estar perfeitamente ajustados para que nenhuma falha ocorra. Nesse sentido, por exemplo, é muito importante estar atento ao assentamento da pastilha de freio. Esse é um componente que atua em conjunto com o disco e está bem próximo dele, o assentamento precisa ser perfeito, para evitar qualquer tipo de contato irregular e o desgaste prematuro das peças. O que significa assentamento de freio? De maneira bastante simples, o assentamento de freio pode ser entendido como o perfeito ajuste entre as diferentes peças que o compõem, especialmente após algum tipo de manutenção. Assentar significa colocação em seu devido lugar. Esse assentamento, na prática, está relacionado ao próprio serviço de manutenção realizado pela oficina mecânica. Ele garante que todas as peças do sistema de freio, sobretudo as pastilhas, estão assentadas no seu devido lugar, sem nenhum tipo de folga, desalinhamento ou distanciamento inadequado. Além disso, o assentamento do freio pode ser visto como um processo natural, que ocorre após as manutenções do sistema. Assim, ao se substituir as pastilhas ou o disco, por exemplo, é comum que o sistema funcione de forma diferente. Nesse sentido, conforme o motorista vai circulando com o carro e utilizando os freios, as peças vão se “assentando”, isto é, se ajustando novamente, funcionando exatamente como são projetadas para funcionar. Por que é necessário ter esse cuidado? Como mencionado, o sistema de freio de um veículo atua de maneira bastante coordenada. Assim, todos os componentes precisam estar devidamente ajustados. Do contrário, alguns problemas poderão ocorrer. Ricardo Crespo, por exemplo, destaca: O assentamento da pastilha é algo essencial para uma boa eficiência do freio. Se feito da forma correta, ainda evita o surgimento de ruídos e o desgaste prematuro das peças. Porém, para isso é necessário atentar a outros fatores, como a manutenção correta dos discos e a regulagem do freio traseiro (freio a tambor). Estes são essenciais para garantir uma força de frenagem equilibrada. Quais são os problemas mais comuns? Ricardo Crespo destaca que, geralmente, conforme utilizamos nossos veículos, é comum nos “acostumarmos” com o desgaste de algumas peças. Por exemplo, com barulhos e com outras características que se alteram à medida que o carro é utilizado no dia a dia. Apesar de isso ser comum e, em muitos casos, ser um processo natural, todo veículo ou máquina sofre um desgaste com o uso regular. Quando se trata do sistema de freio, existem sintomas com os quais se deve ter atenção, pois podem indicar falhas. Nesse sentido, como especialista, destaca alguns dos sinais que podem indicar problemas nos freios. São eles: ruídos agudos frequentes ou ao frear o veículo; perda de eficiência da frenagem, o que pode ser percebido com o aumento da distância necessária para parar o carro; perda de eficiência do freio de estacionamento (freio não segura o carro quando está estacionado); trepidação no volante ao pisar no freio; luz indicadora do freio de estacionamento acesa continuamente no painel, ainda que o freio não esteja acionado. É importante mencionar que essa última situação pode estar relacionada com um baixo nível de fluido de freio, o que pode ter sido causado por vazamentos ou pelo desgaste do material de atrito (pastilhas e lonas). Ricardo alerta que quando essa luz está acesa é importante inspecionar o sistema e não apenas completar o fluido para apagar a luz. Qual é a frequência indicada para a troca? Quando o assunto é a manutenção do sistema de freio, mais especificamente em relação às pastilhas, Ricardo Crespo afirma que não é possível estabelecer uma quilometragem fixa para se fazer a troca do componente. Isso porque o desgaste das pastilhas é um processo que está relacionado a uma série de fatores, os quais vão dizer se a substituição deve ser feita em período mais curto ou mais longo. Nesse sentido, podem ser listados alguns desses fatores: condução e tipo de uso do veículo; qualidade da pastilha que está sendo utilizada; regulagem periódica do sistema de freio traseiro (freio a tambor). Apesar disso, para uma manutenção preventiva mais eficiente, é recomendada a realização de checagens periódicas do sistema por completo a cada 10.000 km ou, pelo menos, uma vez por ano. Quais os cuidados com o assentamento da pastilha de freio? A colocação das pastilhas de freio, como destacado, exige bastante precisão, já que o bom funcionamento do sistema depende do correto posicionamento da pastilha em relação ao disco, principalmente. Nesse sentido, alguns cuidados básicos são necessários para garantir a qualidade e a eficiência na hora do assentamento da pastilha. Vejamos quais são eles a seguir! 1. Faça um check-up do sistema de freio Para garantir que a pastilha tenha uma maior vida útil, Ricardo destaca que é muito importante realizar manutenções/inspeções periódicas em todo o sistema. Isso porque eventuais falhas em outros componentes podem impactar negativamente a eficiência e a durabilidade das pastilhas. Em veículos com freio a tambor, por exemplo, é indispensável a regulagem periódica desse sistema, a fim de garantir uma correta distribuição das forças de frenagem e de evitar uma sobrecarga dos freios dianteiros, o que acelera o desgaste das pastilhas e dos discos. 2. Não desgaste a lateral da nova pastilha para um disco antigo As pastilhas novas devem ser instaladas com discos novos. Ou até mesmo, quando a medida dos discos antigos permitam, é necessário realizar uma retífica no disco para facilitar que a pastilha nova se assente com mais precisão. Essa retífica tem por finalidade eliminar a superfície endurecida e já assentada com a pastilha velha e imperfeições da superfície. Dessa forma, se garante um assentamento da pastilha de freio por completo, eliminando o risco de superaquecimento e, consequentemente, o risco de danos à pastilha nova. 3. Evite utilizar os freios com frequência nos primeiros 200 km após a troca Ao se fazer a substituição das pastilhas, é natural que o sistema de freio não apresente total eficiência. Isto porque, para obter 100% de sua eficiência é necessário o complete e total assentamento das pastilhas de freio com os discos. Isso deve ocorrer durante a utilização normal do veículo, mas pode ser feita de forma prévia pelo reparador. Esse processo de assentamento geralmente ocorre em até 300km (dentro da cidade, poise m rodovia se roda uma grande quilometragem sem a utilização dos freios), Ricardo orienta que os freios do veículo não sejam utilizados de forma muito brusca ou severa nos primeiros 300 km após a troca. O ideal é que o assentamento ocorra naturalmente, à medida que o motorista utiliza o carro. 4. Use materiais de qualidade e procedência Por fim, outro cuidado que merece ser destacado na hora da manutenção do sistema de freio é utilizar peças de boa procedência. Nesse ponto, o profissional e a oficina devem estar atentos à qualidade das pastilhas, lonas, discos e demais componentes que fazem parte desse importante sistema. Em geral, trabalhar com materiais de qualidade agrega valor aos serviços oferecidos aos clientes, pois peças de qualidade são mais duráveis, eficientes, oferecem uma segurança maior e evita que o cliente retorne com alguma reclamação. Por isso, para garantir que o assentamento de pastilha de freio seja o melhor possível, utilize sempre produtos eficientes, projetados para oferecer uma boa performance, segurança e adaptabilidade, considerando as especificações do veículo.
Audi a3 carro automático 2003 cambio jf506e ou 09a engata ré mas sai lugar
Falhas P134 e P135 em Gol G5 2010 com sondas funcionando corretamente.
Estou com um Gol G5 2010 apresentando as falhas P134 e P135, porém as sondas estão alimentadas e com resistência próxima a 10 ohms. Alguém tem alguma dica?
Não está engrenando.
Boa tarde, pessoal. Estou com um HB20 3 cilindros sem válvula termostática, e a água do motor não circula na mangueira inferior do radiador.
Boa noite. recentemente adquiri um Clio 1.0 16v 2005, o carro está queimando óleo pelo escapamento, já vi gente falando que pode ser a vedação das válvulas, junta da tampa de válvula e etc, entretanto, já "resolvi" essas duas situações que poderiam estar resultando na queima de óleo, vedei as válvulas com silicone e troquei a junta da tampa de válvula, mas a fumaça não parou, desacredito que seja a junta do cabeçote pois o carro não falha em momento nenhum e não apresenta oscilações em seu funcionamento.

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