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  5. Taranto tira dúvidas para reparar as juntas de cabeçote

Taranto tira dúvidas para reparar as juntas de cabeçote

Qualidade das peças, parafusos novos e ferramentas auxiliam a reparação sem sustos

Da Redação
30 de novembro de 2017

Parece fácil, mas é comum muitos reparadores ainda terem dúvidas na hora de aplicar as juntas de cabeçote no momento do conserto. “Existem muitas dúvidas sobre juntas de cabeçote. Os motivos são diversos, mas a maior dificuldade ainda é a aplicação correta do produto para garantir a qualidade da reparação”, explica Rafael Oliveira, consultor técnico da Taranto.

Segundo o consultor, existem alguns cuidados que garantem a boa reparação do motor e o mais importante deles é seguir à rica a orientação do fabricante “O reparador pode ter diversos tipos de problemas, como vazamento do óleo lubrificante ou liquido de arrefecimento, a mistura do óleo lubrificante com o liquido de arrefecimento ou vice-versa, vazamento do liquido de arrefecimento para a parte interna dos cilindros, que podem causar um calço hidráulico, vazamento dos gases de combustão causando a queima da junta de cabeçote, ruptura dos parafusos de cabeçote, danificação da junta de cabeçote, entre outros”, ressalta Oliveira.

Como identificar que a junta de cabeçote precisa ser trocada?

Antes da desmontagem do motor para verificar a junta de cabeçote, é necessário saber quais os sintomas que o motor apresenta. Para isso é necessário verificar vazamentos do líquido de arrefecimento ou óleo lubrificante, e efetuar um teste de compressão para avaliar possíveis fugas de gases. O motor em perfeito funcionamento não danificará a junta de cabeçote”, diz Oliveira.

É possível trocar as juntas de cabeçote sem precisar retificar o motor inteiro. “Caso seja verificado por uma retifica especializada que não há nenhum tipo de empenamento ou irregularidade nas faces do motor (bloco e cabeçote), e seja constatado que não será necessário efetuar a usinagem das partes”, explica o técnico.

Como identificar uma junta de qualidade?

Ao tocar numa junta o reparador com um pouco mais de experiência já consegue identificar se o produto é de qualidade ou não. É possível também fazer uma avaliação visual quanto ao acabamento do produto. Além disso, na própria autopeças é possível solicitar algumas marcas daquele mesmo modelo de junta e fazer uma comparação. “O reparador também pode efetuar uma pesquisa sobre o histórico de alguns fabricantes, avaliar o tempo que o mesmo faz o fornecimento de peças para o mercado, avaliar a composição do produto, pós-vendas e etc”, explica o consultor da Taranto.

Na hora da reparação

O primeiro passo é sempre verificar a planicidade e rugosidade das faces do motor, tanto do bloco como do cabeçote. Após, é importante verificar os pinos guias do bloco do motor que servem para centralizar a junta e posteriormente o cabeçote. É essencial efetuar a limpeza nos orifícios de fixação dos parafusos de cabeçote no bloco do motor, verificar a altura do cabeçote e substituir os parafusos de cabeçote por novos. “Não utilizar nenhum tipo de cola ou qualquer outro tipo de produto no momento da montagem da junta de cabeçote e seguir as orientações fabricante sobre o torque dos parafusos e sequência de aperto garante a reparação tranquila.”, ressalta Oliveira.

Parafusos novos e olho no torque!

É fator importante não fazer o reuso dos parafusos antigos. “Esse ainda é um fator recorrente de dúvidas que recebemos. Não pode! É essencial usar parafusos novos na troca. Isso porque o antigo sofre um estiramento na montagem com o torque aplicado e grande fadiga pelo esforço do funcionamento no motor. Usar o antigo vai dar dor de cabeça ao reparador e ao cliente”, alerta o técnico.

Oliveira alerta ainda que nos motores modernos o aperto dos parafusos de cabeçote é determinado pelo torque angular, onde asseguram a uniformidade no aperto. Sempre que haja a necessidade da remoção do cabeçote aconselha-se a troca dos parafusos de cabeçote, pois quando torqueados sofrem estiramento em sua zona elástica o que em uma segunda montagem poderá gerar o rompimento do mesmo. “O torque excessivo dos parafusos de cabeçote faz com que a junta perca seu poder de dilatação e contração, ocasionando a falha prematura da mesma, ou mesmo o rompimento dos parafusos de cabeçote. Fique de olho”.

Caso a junta sofra o esmagamento insuficiente, haverá vazamento de fluidos, gases ou ambos. Se a tensão nos parafusos de cabeçote for excessivamente alta, o parafuso sofre estiramento e perde suas propriedades mecânicas, o que pode causar rompimento ou mesmo danificar a junta de cabeçote. Por este motivo é essencial o uso de um torquímetro aferido, e sempre seguindo as orientações do fabricante. “Porém nos dias atuais não é só o torquímetro que deve ser utilizado para o torque dos parafusos, também temos o goniômetro, que é a ferramenta de torque angular que ajuda a reparação ser perfeita e sem sustos”, conclui Rafael Oliveira, consultor técnico da Taranto.

 

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