Oficina Brasil


A gente somos modernos

A vocação do Grupo Oficina Brasil, muito mais do que uma editora, é uma empresa que está voltada para o Marketing Direto. Talvez por ser muito “racional” o Marketing Direto “raiz” nunca foi muito popular em nosso país.

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Por Da Redação


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A vocação do Grupo Oficina Brasil, muito mais do que uma editora, é uma empresa que está voltada para o Marketing Direto. Talvez por ser muito “racional” o Marketing Direto “raiz” nunca foi muito popular em nosso país.

Uma prova disso é que a ABEMD ‐ Associação Brasileira de Marketing Direto foi fundada em 1979, o DMA - Direct Marketing Association dos EUA foi criada em 1917.

O brasileiro, pelo seu perfil menos racional e mais emocional, foi um exemplo para o mundo no campo do “advertising”, prova disso foi a participação sempre muito destacada dos criativos e das agências brasileiras no famoso Festival de Cannes na França. 

Também antes da revolução digital os grandes criativos brasileiros do “advertising” eram tratados como celebridades.

Foi preciso a revolução digital para desmontar o admirável mundo criativo da propaganda brasileira. Não é por menos que hoje no ranking das principais agências apareceram consultorias tradicionais, pois a análise de dados e o entendimento do “business” do cliente passou a superar a genialidade dos criativos e suas produções hollywoodianas.

Já para os profissionais do Marketing Direto “raiz” a revolução digital não foi nada mais do que a consagração de todos os sonhos de consumo desses profissionais sempre focados em dados, KPIs, ROI e tudo o que provasse resultado.

Diante desta revolução e olhando para nossa própria história nos demos conta de que o primeiro programa do hoje “badalado” inbound marketing do setor automotivo foi protagonizado pelo Grupo Oficina Brasil na distante década de 90.

Em 1992 o “Mídia Kit” do então jornal Motor 100% lançava a pergunta: “Onde está o mecânico brasileiro? (em função de sua profissionalização, hoje este profissional prefere ser chamado de reparador). 

No material de divulgação explicávamos que diferentemente de outras mídias, estávamos dispostos a entregar o jornal gratuitamente ao reparador, desde que ele preenchesse um cadastro completo com seus dados e de suas oficinas (um processo que o pai do marketing moderno Philip Kotler chamava de “permission marketing”)  

Acontece que nesta época estimava-se que houvesse mais de 200 mil oficinas no Brasil, porém não existia uma base que registrasse  o número real, tampouco sua localização e muito menos o porte (curva ABCD), destas supostas duas centenas de milhares de estabelecimentos.

Resultado:aplicando este sistema de troca de assinatura por informação, já em 1998 detínhamos registros completos (o primeiro database de oficinas do Brasil) de 120 mil estabelecimentos, o que representava 60% do mercado.

Estas oficinas, na linguagem  moderna do inbound marketing, foram “convertidas” para nossa base de relacionamento. E como associados da ABEMD fomos signatários do primeiro “Código de Ética” promovido pela entidade, pois já pedíamos autorização aos assinantes para contatos e interações multicanal, o que veio a dar origem à atual legislação LGPD.

Com o advento da injeção eletrônica os carros passaram a frequentar muito menos as oficinas, assim, apesar do drástico crescimento da frota circulante o número de oficinas decaiu a menos da metade da estimativa dos anos 90.

Prova disso é que no ano passado o censo do setor de reparação indicou a existência de 74 mil oficinas mecânicas dedicadas às linhas leve e comercial leve e nosso database de assinantes atinge a marca de 53 mil oficinas, ou seja nossa abrangência chega a mais de 70% do mercado.  

Inbound marketing? Sim a gente temos desde 1992, afinal sempre fomos “modernos”.

Boa leitura e não esqueça de conferir na página 10 que o mercado de reposição começou 2022 de pé direito!

Grupo Oficina Brasil

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